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  • CFOP 2111 – Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial

    CFOP 2111 – Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial

    O CFOP 2 111 é específico para a aquisição de mercadorias que foram recebidas previamente em consignação industrial de um fornecedor de outro estado, e que agora estão sendo efetivamente compradas para serem utilizadas no processo de industrialização.

    Exemplo prático: Uma indústria de cosméticos em Goiás havia recebido um lote de essências em consignação de um laboratório em Minas Gerais. Após aprovar as essências, a indústria decide comprá-las para sua produção. A compra será registrada com o CFOP 2 111.

  • CFOP 2102 – Compra para comercialização

    CFOP 2102 – Compra para comercialização

    O CFOP 2 102 é empregado para registrar a compra de mercadorias que serão revendidas sem sofrer qualquer processo de industrialização no estabelecimento, quando a compra é realizada de outro estado.

    Exemplo prático: Uma loja de eletrônicos no Rio de Janeiro compra televisores de um distribuidor em São Paulo para revender. A entrada desses televisores na loja será registrada com o CFOP 2 102.

  • CFOP 2101 – Compra para industrialização ou produção rural

    CFOP 2101 – Compra para industrialização ou produção rural

    O CFOP 2 101 é utilizado para registrar a compra de insumos, matérias-primas ou outros produtos que serão transformados no processo industrial ou de produção rural do estabelecimento, quando a aquisição é feita de outro estado.

    Exemplo prático: Uma indústria de alimentos no Rio Grande do Sul compra milho de um produtor rural em Mato Grosso do Sul para usar na fabricação de ração. A entrada desse milho para industrialização será registrada com o CFOP 2 101.

  • CFOP 2100 – COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

    CFOP 2100 – COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

    O CFOP 2 100 é o ponto de partida para classificar a entrada de mercadorias destinadas à industrialização, comercialização ou para serem utilizadas na prestação de serviços, quando a compra ocorre de outros estados (operação interestadual). Ele indica que a finalidade da mercadoria é uma das três opções mencionadas, mas a grande diferença é a origem do fornecedor.

    Exemplo prático: Uma fábrica de sucos no Ceará compra concentrado de laranja de um fornecedor em São Paulo. Essa compra, destinada à industrialização, mas vinda de outro estado, será registrada com um CFOP iniciado em 2 100.

  • CFOP 2000 – ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS

    CFOP 2000 – ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS

    O CFOP 2 000 é um código genérico que abrange todas as entradas de mercadorias ou aquisições de serviços que ocorrem de outros estados (operações interestaduais). Ele serve como o ponto de partida para a classificação de diversas operações de recebimento que envolvem fornecedores ou prestadores de serviço localizados fora do estado de sua empresa.

    Exemplo prático: Uma loja de móveis em Minas Gerais compra cadeiras de um fabricante no Paraná. A nota fiscal de entrada dessas cadeiras na loja mineira terá um CFOP iniciado em 2 000, indicando a origem interestadual da operação.

  • CFOP 1949 – Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada

    CFOP 1949 – Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada

    Este CFOP é um código genérico, o famoso “coringa”, utilizado para registrar qualquer outra entrada de mercadoria ou aquisição de serviço que não possua um CFOP específico em nenhuma das categorias existentes. Deve ser utilizado com cautela, apenas quando não houver outra opção mais adequada.

    Exemplo prático: Uma empresa recebe um protótipo de produto de um fornecedor para avaliação, sem intenção de compra ou industrialização e que não se encaixa em “demonstração” ou “amostra grátis”. Se não houver um CFOP mais específico para essa entrada temporária, a empresa poderá usar o CFOP 1 949.

  • CFOP 1933 – Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN

    CFOP 1933 – Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN

    O CFOP 1 933 é utilizado para registrar a aquisição de qualquer serviço que seja tributado pelo ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), que é um imposto de competência municipal. Ele abrange uma vasta gama de serviços, desde consultoria e assessoria até manutenção e limpeza.

    Exemplo prático: Uma empresa contrata um serviço de consultoria de marketing de uma agência localizada na mesma cidade. A nota fiscal de serviço emitida pela agência será registrada pela empresa contratante com o CFOP 1 933.

  • CFOP 1932 – Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador

    CFOP 1932 – Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador

    Este CFOP é utilizado para registrar a aquisição de um serviço de transporte que se inicia em um estado diferente daquele onde o prestador de serviço de transporte está inscrito. É uma forma de identificar a origem da prestação de serviço em relação à inscrição do transportador.

    Exemplo prático: Uma empresa em São Paulo contrata uma transportadora do Paraná para realizar um frete que começa em São Paulo e termina no mesmo estado. Como o prestador do serviço (a transportadora) está inscrito em outro estado (Paraná), a empresa de São Paulo registrará essa aquisição com o CFOP 1 932.

  • CFOP 1931 – Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço

    CFOP 1931 – Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço

    O CFOP 1 931 é utilizado pelo tomador do serviço de transporte (quem contrata o frete) para registrar o valor do serviço quando a responsabilidade pelo recolhimento do imposto (ICMS) é atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria. Isso ocorre especialmente em contratações de transportadores autônomos ou transportadores que não possuem inscrição estadual no estado onde o serviço de transporte é iniciado, onde a legislação pode determinar que o imposto seja recolhido pelo remetente da mercadoria.

    Exemplo prático: Uma indústria em Minas Gerais (remetente) contrata um transportador autônomo para levar seus produtos dentro do estado. Pela legislação mineira, a própria indústria é a responsável por recolher o ICMS sobre esse frete. Ao emitir o documento fiscal para registrar o débito do imposto, a indústria utilizará o CFOP 1 931.

  • CFOP 1926 – Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação

    CFOP 1926 – Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação

    Este CFOP é utilizado para registrar o lançamento fiscal decorrente da reclassificação de mercadorias, seja pela formação de um kit (agrupamento de vários itens em um único produto) ou pela desagregação de um kit (separação de um produto composto em seus componentes individuais). Não há compra nem venda, apenas uma mudança na forma de apresentação do estoque.

    Exemplo prático: Uma loja de informática monta “kits gamers” com teclado, mouse e headset. Ao dar baixa no estoque dos itens avulsos e dar entrada no estoque do kit, ela usará o CFOP 1 926 para o lançamento da entrada do kit. Se um kit for desfeito, a entrada dos itens avulsos de volta ao estoque também usará este CFOP.